Apenas frases soltas + versos tortos

"Eu te amo" não é uma frase sem sentido e banal. "Eu te amo" tem que vir do coração, tem que ter sentimento e emoção. Tem que ser amor mesmo. E deve ser usada como instrumento de amor, não como padrão de insanidade.
"Vamos terminar tudo!". Briguinha besta e "vamos terminar tudo"? Desse jeito o "terminar" perde o seu real significado. Vira rotina. Vira coisa normal. Vira uma grande palhaçada.
Cuidado com o uso e o emprego dessas duas frases simples e fortes. Quem diz pode esquecer, mas quem ouve...guarda.





Meu bem, que mania estranha essa de te querer. Que jeito louco de insistir em te colorir. Forma anormal de tentar te aprisionar dentro do peito. Fica trancado no meu coração, a chave eu atiro no mar. As ondas levam para um lugar qualquer.
Quem sabe assim seremos felizes por mais 389 vidas?





Dancem...como se fossem ótimos bailarinos.
Cantem...como se fossem excelentes cantores.
Sorriam...como se o mundo fosse sempre de mil cores.
Amem...como se fossem grandes poetas.





Noite, fuga, magia, beleza...encantamento.
Sonho, fantasia, emoção...sentimento.
Tempo, história, temperamento...paixão.
Coração, nuvens, amor...desilusão.





Determinados momentos causam furor e excitação
Palavras não são medidas
Frases se apresentam mal colocadas
Sentimentos se tornam confusos
Pronto, surgiu uma mentira!
Claro, tudo depende. Depende de quem conta. E é evidente que também depende de quem ouve.





Pra que serviram os sonhos e tantos planos? Tudo não passou de uma mentira. Deslavada. Descarada. Escancarada. Inútil. Injusta.
Porque tantos indícios, promessas e palavras? Nada foi real. Nada foi sincero. Nada veio do coração.
"Quero você pra mim, pra sempre." Hã? Hein? Como? Frase forte. Frase de quem te quer pra sempre. Frase de quem quer dividir o amor.
Ei, "será que você entende isso"? Tudo não passou de uma mentira. Não veio do coração. Frase de quem usa palavras como fonte-causadora-de-enganos.
Acreditem, palavras são...somente palavras. Nada além disso.

 
Sobre os créditos nas imagens:
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©2005 Clarissa Corrêa | + Magda Nascher